MADU lança curta metragem musical para ‘Monólogo’

Terceira faixa do álbum Dharma, lançado em 2020, é a primeira a ganhar performance audiovisual em universo onírico que passeia entre sonho e realidade

Corpo cansado, alma desperta...’

Assim começa ‘Monólogo’, terceira faixa do álbum Dharma, de Madu, lançado em 2020 pela Biscoito Fino, que agora chega ao audiovisual com grande elenco, direção e roteiro de Joana Antonaccio e fotografia de Luís Abramo. O lançamento foi no dia 08 de maio. (sábado), pela Biscoito Fino.

Monólogo tem letra de Paulo Sergio Valle, música de Sérgio Britto e Guilherme Gê. O clipe faz alusão ao universo onírico que nos embala na purificação diária do corpo, que enquanto repousa, preso no sono, desperta a alma numa viagem renovadora. A libertação possível para as mazelas da vida, a reconstrução e o renascimento, se dá através do sono que pode parecer assustador, uma viagem sem volta, mas é a única passagem para o renascimento, para o acordar e renascer, renovado. O sono seduz…

SOBRE DHARMA:

 Segundo álbum de Madu, apresenta 12 faixas com produção musical e arranjos de Guilherme Gê.

Tom Zé marca dupla presença no álbum. Além de ser parceiro de Elton Medeiros (1939 – 2019) no samba de breque ‘Tô’ (1976), regravado por Madu em dueto com Paulinho Moska, o artista baiano é autor – em parceria com Perna Fróes – e convidado da regravação de ‘Vai (menina amanhã de manhã)’, música lançada em 1972 e retrabalhada pelo artista quatro anos depois em registro para o álbum ‘Estudando o Samba (1976)’, do qual Madu pescou ‘Tô’.

Em Dharma, o cantor também revive ‘Deus me proteja (2008)’, de Chico César, em dueto com o cantor carioca Pedro Miranda. Luana Carvalho figura no disco como convidada na regravação de ‘A voz que não se cala (Rogê e Stephane San Juan, 2018)’.

SOBRE MADU:

‘Carioca’ nascido em Santa Catarina, vem de berço que o estimulou ao aperfeiçoamento na música desde a primeira infância. De formação musical ampla, experimentou aulas de violino ainda menino, instrumento que serviu de trampolim ao violão.

Mudou-se em definitivo para o Rio na adolescência, momento ideal para deixar aflorar a alma carioca que sempre o habitou. Cria do Baixo Gávea e do Posto 9, formou-se em Jornalismo e foi dono de uma rede de lojas de suco, da qual se desfez mais tarde, com a morte precoce do pai, quando sentiu inevitável a necessidade de dedicar-se integralmente ao grande prazer de sua vida: a música.  Desde então se auto intitula um ‘ladrão de canções’, pelo enorme prazer que tem em destrinchar e interpretar à sua maneira canções de grandes nomes da MPB, além de suas próprias composições, que passam por um longo processo de aperfeiçoamento.

Seu primeiro trabalho foi Madu (2018), onde reúne 12 faixas entre autorais e revisitas a Rogê, Marcelo D2, João Nogueira, João Bosco, Jorge Aragão Chico Sampa e Guilherme Gê, este último também responsável pela produção musical. No segundo álbum, Dharma (2020), também com 12 faixas, primorosas participações de Tom Zé, Pedro Miranda, Paulinho Moska e Luana Carvalho.

MADU no Spotify: https://open.spotify.com/artist/0obn5kvtincdy4w79r7nmd?si=j1t3s1n9tqwwfbmhx_xzqq

MONÓLOGO no Spotify:https://open.spotify.com/track/6ojjnlvcnres4k0khiucgs?si=vtwty-aiqpyvuslmjqu9bq

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