Tássia Reis lança disco com part. de Tulipa Ruiz, Urias, Monna Brutal e +

Tulipa Ruiz, Urias, Preta Ary, Monna Brutal e Melvin Santhana estão nas participações especiais Trap, drill, vogue beat, house, disco, rock, samba e soul. É assim, sempre mostrando completa versatilidade e ousadia, que Tássia Reis entrega tudo em seu quarto registro de estúdio, Próspera D+’ – um formato deluxe que expande e dá sequência ao universo criado pela artista em 2019. “Por conta da pandemia, a Próspera Tour precisou ser interrompida depois de viajar alguns países e estados brasileiros, mas estávamos apenas começando essa movimentação. Foi um baque pensar que tinha acabado ali e teríamos que seguir em frente. Porém, fui surpreendida pelo pedido dos meus fãs: eles queriam que aquele trabalho tivesse uma sequência e fiquei feliz de saber disso, sobretudo por

Monna Brutal lança “2.0.2.1.”, seu segundo álbum de estúdio

O "Lado A" do projeto chega às plataformas digitais. "A paz veio depois da guerra, o sol iluminou o pó". Esse é o mood do mais novo trabalho da rapper, e agora também produtora musical, Monna Brutal. A jovem artista, que a cada ano vem conquistando mais e mais ouvintes, lança nas plataformas digitais, nesta sexta-feira (29), o "Lado A" de seu seu segundo álbum de estúdio, "2.0.2.1.". O título do projeto descreve uma dualidade de tempos, e inicialmente o "Lado A", traz consigo narrativas relacionadas ao ano de 2020, onde, antes da quarentena, a rapper anunciou o fim de sua carreira e derrubou todas as suas redes sociais. As músicas acontecem em vertentes como raggae, trap, rap, lo-fi, MPB e pop,

Issa Paz, Karol de Souza, Sara Donato, Bivolt e Monna Brutal juntas e avassaladoras no clipe ‘Homenagem de Março’

No ultimo dia de março, mês das mulheres, Issa Paz, Karol de Souza, Sara Donato, Bivolt e Monna Brutal se uniram no clipe “Homenagem de Março”. Apesar do titulo, a música é uma critica contundente e legitima que buscam desconstruir as inúmeras e falsas homenagens feitas durante o mês de março. Homenagens essas que reduz as mulheres a estereótipos já conhecidos, pois nos demais dias do ano a relação é de poder, autoritária e possessiva. A música se torna mais legitima quando nos referimos ao mundo machista do rap que despreza a mulher e a coloca sempre em segundo plano. Ou seja, homenageia as mulheres, mas as mantém longe dos palcos, longe das produções, não a aceita como artista e por ai