Punkzilla! – Punk gaúcho entre o legado dos anos 1980 e a combatividade do presente

A cena hardcore de Porto Alegre tem nome e voz própria.  Punk gaúcho combina sarcasmo, crítica social e ação direta nos palcos. Formada em Porto Alegre em agosto de 2014, a Punkzilla! emergiu como uma das vozes mais viscerais do punk rock e hardcore no sul do Brasil, traduzindo a indignação urbana em um som que pesquisa as raízes do movimento sem abandonar a urgência do agora. Com influências que vão de Dead Kennedys e Black Flag às feras nacionais Cólera e Replicantes, o quarteto construiu uma identidade que dialoga diretamente com a tradição do punk dos anos 1980 — cru, direto e politizado — mas com o pé firme na contemporaneidade. Ao longo de mais de uma década de estrada, a Punkzilla!

Brasil vive 2026 como um dos anos mais intensos para o rock e o heavy metal

Do Monsters of Rock ao Bangers Open Air: o calendário que vai mexer com os fãs. O Brasil na rota das maiores bandas de rock e metal do mundo O Brasil sempre foi o "porto seguro" para o rock e o heavy metal, mas 2026 eleva essa relação a um novo patamar de intensidade. O ano começa sob a sombra de gigantes. Logo em janeiro, o Avenged Sevenfold aporta no país (31/01 no Allianz Parque) trazendo o experimentalismo de sua fase atual, ladeado pelo cultuado Mr. Bungle, provando que o público brasileiro está pronto para sonoridades que fogem do arroz-com-feijão do rádio. A Força dos Festivais: Entre o Tradicional e o Moderno O primeiro semestre será dominado por três grandes pilares. O Lollapalooza

Gigante Castelo amplia sua estética narrativa com o videoclipe de “FDS”

“FDS” transforma letras cotidianas em narrativa cinematográfica. Com estética híbrida, banda consolida identidade no cenário indie. A banda paulistana Gigante Castelo acaba de lançar o videoclipe de “FDS”, reforçando sua presença no cenário independente com uma proposta audiovisual alinhada à estética narrativa do álbum Memórias, publicado em março de 2025. O trabalho visual surge como extensão orgânica do disco — que já vinha chamando atenção por mesclar letras baseadas no cotidiano com momentos de ficção que funcionam como espelho de sensações genuínas — e coloca a banda em evidência por sua habilidade em traduzir sentimentos contraditórios em imagens e som. Uma banda que constrói identidade entre nostalgia e urgência urbana Formado por um repertório variado que inclui faixas como “Memórias”, “Baila”, “Fogos” e “Pesadelo!”,

Seringe estreia com “Covered in Noise” e reinventa o grunge no rock autoral brasileiro

“Covered in Noise” é um mergulho autoral no rock alternativo sob o olhar de uma geração pós-grunge.Do blues ao grunge, a estreia do quarteto explora texturas intensas e letras introspectivas. A cena alternativa brasileira ganhou um novo capítulo com o lançamento do primeiro álbum da banda Seringe, Covered in Noise — um disco de 13 faixas autorais que chega às plataformas de streaming em 1º de novembro de 2025, financiado pelo editais da PNAB (Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura) e produzido por Johnny de Paula. Formada em 2023 na cidade de Araras (SP), a Seringe é composta por Wesley Góes (voz e guitarra), Arthur Chaves (baixo), Matheus Pasqualoto (bateria) e Fabrício Carettin (guitarra) — músicos que vêm chamando atenção

Refugiadas: o punk feminista de São Paulo que ecoa críticas sociais e conquista palcos internacionais

De São Paulo para a Europa: a trajetória urgente de uma das bandas mais potentes do punk atual. Letras ácidas, atitude DIY e um olhar feminista: a nova geração do punk nacional. Formada em 2021 em pleno auge da pandemia na metrópole de São Paulo, a banda Refugiadas rapidamente deixou de ser apenas mais um projeto de amigas para se afirmar como uma das vozes mais viscerais do punk rock atual no Brasil. Integrado por Angelita Martin (vocal), Tati Bellare (guitarra), Kéu (baixo) e Lary Durante (bateria), o quarteto vem juntando pressão sonora e crítica social em riffs diretos e letras que não poupam alvos como machismo, desigualdade estrutural, abandono paternal e genocídio de povos indígenas — um espelho agressivo das

Perry Bamonte, guitarrista e tecladista do The Cure, morre aos 65 anos

Reprodução/Vicky Zamorsky O músico foi responsável por compor o som de álbuns marcantes da banda, como Wish e Bloodflowers O músico Perry Bamonte, que fez parte da icônica formação do The Cure por mais de duas décadas, faleceu aos 65 anos, após uma breve doença. A notícia foi divulgada no dia 26 de dezembro em um comunicado oficial publicado no site da banda. No texto, o The Cure se despediu de Bamonte com uma mensagem emocionada: “Calmo, intenso, intuitivo, constante e extremamente criativo, ‘Teddy’ foi uma parte essencial e de coração generoso da história do The Cure. Ele fará muita falta.” A banda também expressou suas condolências à família do guitarrista e tecladista, reconhecendo sua contribuição vital para o legado do grupo. A Jornada