O peso e a força do rap mineiro do “SEM MEIA VERDADE”

A trajetória do Sem Meia Verdade, formado por THL e RUD, começa através do grafite em 1999, com o grupo DMC (Devastação Mente Consciente). Em 2002 conhecem o rapper Blitz, do grupo Crime Verbal, através de uma rádio comunitária onde ele apresentava um programa de rap, e começam a acompanhá-lo nos shows, como grafiteiros do grupo. Em 2003 forma-se o grupo “Sem Meia Verdade”; e entram para participar do projeto “Arena da Cultura”, e se apresentam pela primeira vez no bairro Goiânia em Belo Horizonte. Esse show aconteceu no dia 10/08/2003, dia batizado pelos integrantes como o dia em que o “SMV” nasceu. O grupo é dono da marca e grife "U Comboio", e também presidentes da produtora "NósPegaeFaz Produções", e uma das grandes

O rap de Mr. KIM – Pra Jogar

Werik Avelino Mesquita, carioca, morador da cidade de Teresópolis,  conhecido na cena rap como Mr.Kim, iniciou sua trajetória de rapper em 2011, mas o contato com a cultura Hip Hop se deu aos 13 anos, ouvindo artistas do ramo como Racionais mc's, Emicida, Projota, Marechal entre outros, que vieram a influenciar diretamente em seu trabalho. Mas sua música traz também influência de artistas internacionais como  ConeCrewDiretoria, Bob Marley e Eminem. Essa diversidade de influências se reflete em suas composições determinando uma musicalidade própria, forte e definindo a identidade de seu trabalho. As músicas de Mr. Kim são recheadas de swing, balanço e peso. Um trabalho que merece ser apreciado. Sobre seu trabalho Mr.KIM diz: “comecei no Rap pra me isolar das

O Rap, Black e Soul R&b de Leca Soul

Letícia Kind , paulistana , 23 anos vulgo Leca Soul na cena do RAP desde 2008, apesar de curtir RAP desde os   10 anos. Escutava vários grupos como  racionais , demenos crime , Sabotage , Expressão ativa , Conexão do morro , RZO , SNJ , Consciencia Humana entre outros. Porém, nunca se imaginou cantando ou compondo. Aos 16 anos iniciou sua trajetória contando em um grupo de pagode no colégio, contudo nunca levaram a sério o trabalho do grupo. Um ano mais tarde, já com 17 anos, conheceu o rapper B.A.D, que hoje é seu marido, que a convidou para cantar o refrão de uma das suas música que precisava de uma voz feminina. O convite se tornou o incentivo

FÁBIO EMECÊ convida a transitar pela Cidade Cenográfica!

Fábio de Souza Batista, vulgo Fábio Emecê, nasceu em Cabo Frio – RJ. Teve contato com a cultura Hip Hop através dos sons do Gabriel o Pensador e 2Pac Shakur com música “Changes” que tocava nas rádios brasileiras na década de 90. Ouvinte do Funk Carioca e de suas montagens, sempre se sentia valorizado quando escutava as músicas, apesar de ir poucos aos bailes. Aos 16 anos vai estudar no Cefet – Campos e através de um amigo de classe, conhece Racionais MC`s, algo que ele considera divisor de águas na sua vida. Com o amigo Ébano Machel, faz um programa de rádio que difunde a Cultura Hip Hop na região. Depois em outra rádio, faz um programa sozinho, reafirmando a

ERIC MAGNUS e os “Contos Perdidos do Cerrado Central”

"Eric Magnus e seus Contos Perdidos do Cerrado Central trazem o rap contado diretamente do Centro-Oeste brasileiro. Porque, como ele mesmo diz em uma das músicas "o universo, mesmo grande, ainda tem seu lado interno". Necessário, atual, concreto e verdadeiro, Contos Perdidos é um disco bem construído sobre rimas inteligentes e melodias ébrias muito interessantes e bem elaboradas. Suas letras estão balanceadas entre o engajamento e a reflexão profunda dos temas. O equilíbrio de sua temática faz do som de Eric Magnus não redundante e absolutamente sincero, em que podemos encontrar os versos certos e pontuais sobre cada situação. Magnus é como aquele amigo que sempre tem a palavra certa a nos dizer em cada momento. Para finalizar, outras aspas do rapper "eu

JC SUBLEVAÇÃO, Outra visão

Giovanni Pires de Oliveira, mas conhecido na cultura hip hop como Jc Sublevação, teve seu primeiro contato com o rap aos dozes anos de idade quando foi ao seu primeiro baile e viu um grupo de rap cantando e se identificou com o estilo de som. Na mesma época formou seu primeiro grupo de rap com seu irmão que veio a terminar no ano de 1993. No mesmo ano formou seu segundo grupo de rap que veio a se chamar “Extermínio Racial” e nele passou a desenvolver um trabalho mais profissional. A qualidade do trabalho levou o grupo a participar de concursos e em um deles ficou com a segunda colocação ganhando o direito de incluir uma faixa na coletânea