Faixas antecipam o disco “Entre as Canções e as Dores” e revelam contrastes entre esperança, introspecção e referências do rock alternativo. Lançamentos reforçam a identidade do grupo, que transforma experiências pessoais e tensões contemporâneas em narrativa musical. A banda paulistana Gatos de Apartamento entra em uma nova etapa criativa com o lançamento de dois singles que antecipam seu próximo álbum, “Entre as Canções e as Dores”. Gravado no Estúdio Aurora, em São Paulo, o disco reúne produção de Carlos Freitas e mixagem de Julio Miotto, reforçando a busca do grupo por um som que dialoga tanto com o rock alternativo contemporâneo quanto com referências clássicas que moldaram sua identidade. O primeiro single, “Formidável”, nasceu às vésperas da gravação do álbum — quase
Lançamentos
Punkzilla! – Punk gaúcho entre o legado dos anos 1980 e a combatividade do presente
A cena hardcore de Porto Alegre tem nome e voz própria. Punk gaúcho combina sarcasmo, crítica social e ação direta nos palcos. Formada em Porto Alegre em agosto de 2014, a Punkzilla! emergiu como uma das vozes mais viscerais do punk rock e hardcore no sul do Brasil, traduzindo a indignação urbana em um som que pesquisa as raízes do movimento sem abandonar a urgência do agora. Com influências que vão de Dead Kennedys e Black Flag às feras nacionais Cólera e Replicantes, o quarteto construiu uma identidade que dialoga diretamente com a tradição do punk dos anos 1980 — cru, direto e politizado — mas com o pé firme na contemporaneidade. Ao longo de mais de uma década de estrada, a Punkzilla!
Gigante Castelo amplia sua estética narrativa com o videoclipe de “FDS”
“FDS” transforma letras cotidianas em narrativa cinematográfica. Com estética híbrida, banda consolida identidade no cenário indie. A banda paulistana Gigante Castelo acaba de lançar o videoclipe de “FDS”, reforçando sua presença no cenário independente com uma proposta audiovisual alinhada à estética narrativa do álbum Memórias, publicado em março de 2025. O trabalho visual surge como extensão orgânica do disco — que já vinha chamando atenção por mesclar letras baseadas no cotidiano com momentos de ficção que funcionam como espelho de sensações genuínas — e coloca a banda em evidência por sua habilidade em traduzir sentimentos contraditórios em imagens e som. Uma banda que constrói identidade entre nostalgia e urgência urbana Formado por um repertório variado que inclui faixas como “Memórias”, “Baila”, “Fogos” e “Pesadelo!”,
Seringe estreia com “Covered in Noise” e reinventa o grunge no rock autoral brasileiro
“Covered in Noise” é um mergulho autoral no rock alternativo sob o olhar de uma geração pós-grunge.Do blues ao grunge, a estreia do quarteto explora texturas intensas e letras introspectivas. A cena alternativa brasileira ganhou um novo capítulo com o lançamento do primeiro álbum da banda Seringe, Covered in Noise — um disco de 13 faixas autorais que chega às plataformas de streaming em 1º de novembro de 2025, financiado pelo editais da PNAB (Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura) e produzido por Johnny de Paula. Formada em 2023 na cidade de Araras (SP), a Seringe é composta por Wesley Góes (voz e guitarra), Arthur Chaves (baixo), Matheus Pasqualoto (bateria) e Fabrício Carettin (guitarra) — músicos que vêm chamando atenção
Refugiadas: o punk feminista de São Paulo que ecoa críticas sociais e conquista palcos internacionais
De São Paulo para a Europa: a trajetória urgente de uma das bandas mais potentes do punk atual. Letras ácidas, atitude DIY e um olhar feminista: a nova geração do punk nacional. Formada em 2021 em pleno auge da pandemia na metrópole de São Paulo, a banda Refugiadas rapidamente deixou de ser apenas mais um projeto de amigas para se afirmar como uma das vozes mais viscerais do punk rock atual no Brasil. Integrado por Angelita Martin (vocal), Tati Bellare (guitarra), Kéu (baixo) e Lary Durante (bateria), o quarteto vem juntando pressão sonora e crítica social em riffs diretos e letras que não poupam alvos como machismo, desigualdade estrutural, abandono paternal e genocídio de povos indígenas — um espelho agressivo das
Tourdelanave encerra 2025 com o lançamento de “Ayuaska”, síntese da nova vanguarda brasileira.
Entre o lo-fi e o ritualístico, novo single e clipe exploram as fronteiras da música independente nacional. Banda funde sintetizadores espaciais e ritmos brasileiros em um manifesto de introspecção urbana. No apagar das luzes de 2025, a Tourdelanave consolida-se não apenas como uma promessa, mas como uma peça fundamental na engrenagem da nova música independente brasileira. O lançamento do videoclipe de "Ayuaska" funciona como um ponto de exclamação em um ano de transição para a cena nacional, apresentando o que a própria banda define como "sonoridade moderna brasileira". A faixa se distancia do óbvio ao evitar o pastiche regionalista. Em vez disso, a Tourdelanave opera uma espécie de antropofagia digital: existe o balanço orgânico das raízes percussivas, mas ele é processado por






