Rapper CEMPORCENTO lança single “Visões do Cotidiano”

Faixa do disco ainda inédito P.O.V.O. comemora dia nacional do Hip Hop Conhecido pelas participações e vitórias nas batalhas de freestyle e pela facilidade em fechar rimas coerentes e agressivas o rapper CEMPORCENTO é um representante nato do rap de São Paulo e dá sua contribuição em homenagem ao dia nacional do Hip Hop, comemorado dia 12 de novembro com o lançamento do single Visões do Cotidiano. A música faz parte do seu primeiro disco P.O.V.O. – Pessoas Organizadas Vencem a Opressão, ainda inédito e conta com refrão de Cassiano Sena e riscos do DJ Davi Frias. A letra com passagens sobre o dia a dia, a ausência de amor ao próximo e o egoísmo das pessoas na sociedade que vivemos revela seu original

Zum lança último single do álbum e fala sobre seu trabalho

Junções e expressões conduzem versos de pura contundência, Zum e Napster especificam seus “Caminhos” usando rimas e métricas originais. O rapper brasileiro fez o convite ao mc angolano, para ressaltar que o Egotrip vai além. Você pode falar um pouco sobre "Caminhos", single novo que você está lançando? Caminhos é uma música que posso expressar como libertadora, a contundência das rimas, a forma como me expresso, deixaram-me aliviado, diante do meu cotidiano. Vivemos numa sociedade, onde vários buscam diversas formas de sucumbir nossas expressões. Esta música é algo que eleva-me de forma sensacional. Logo que escrevi, pensei numa participação, de um rapper que tivesse haver com o tema, onde suas músicas já tivessem algo abordando “Egotrip” , daí fiz o convite a um grande

Mademoiselle – o rap para romper as barreiras do preconceito

A rapper Mademoiselle natural de Goiânia é a primeira rapper gay brasileira a estar na cena do movimento Hip Hop. Sua paixão pelas rimas começaram através de clássicas rappers ouvidas por ela como visão de rua, Negga Gizza, Negra Lee, Mc Rubia, Lil’ Kim, Eve, Trina. Mademoiselle vê o mercado do hip hop e a cena do movimento brasileiro disposto a apoiar um rapper homossexual assumido no movimento como satisfatória, mas diz faltar mais disposição entre os rappers heterossexuais em cena para futuras parcerias e featurings em suas musicas: “- o movimento ainda carrega o machismo e os rappers ainda são sim muitos machistas.; acho lastimável.!” diz ela. “- se para as mulheres em cena no movimento já era difícil serem ouvidas pra

Coletivo Mjiba lança livro “Terra Fértil”, de Jenyffer Nascimento

Movimento fortalece a literatura negra e feminina das autoras das periferias de São Paulo No próximo dia 30 de outubro chega às ruas o primeiro livro de poesias da educadora Jenyffer Nascimento, o “Terra Fértil”, organizado pelo coletivo Mjiba para fortalecer a literatura negra e feminina das autoras das periferiaspaulistanas Com quase 170 páginas, a obra teve a organização de Carmen Faustino e Elizandra Souza,  o projeto gráfico de Nina Vieira e a ilustração de Lucimara Penaforte. O livro Terra Fértil integra o Projeto Mjiba: Espalhando Sementes e  visa o fortalecimento da escrita negra e feminina e que teve inicio com o evento Mjiba em Ação e a   Antologia Pretextos de Mulheres Negras. Para a festa de lançamento, que ocorre na

Rapaz 100 Juiz – uma potência do rap de Cabo Verde

“Rapaz 100 Juiz” é um grupo de Hip Hop formado em Assomada, Santa Catarina em 2006, após ter vencido um concurso de hip hop. O grupo é composto por Péricles da Costa (PNC), Carlos Monteiro e Nilton Lopes. O grupo foi criado com o intuito de abordar e descrever os problemas sociais e da juventude de Cabo Verde, através da música, procurando sempre a crítica construtiva para dar  sua contribuição para o desenvolvimento de Cabo Verde. De 2006 a 2009 o grupo fez cinco mixtapes que se tornaram populares no seio dos jovens caboverdianos e nas emissoras de rádios nacionais. Também gravou o seu primeiro videoclipe “Kulpa ka di bo” que se tornou um sucesso nos canais televisivos e no Youtube. No

Autoconceito – O rap de Sorocaba é pesado

[one_half] [/one_half] [one_half_last] O Autoconceito foi idealizado e teve suas primeiras letras escritas em 2005, enquanto mantinha sua versão solo pelo rapper Vinícius Mano, na cidade de Capão Bonito, interior de São Paulo. O rapper já era Mestre de Cerimônias e Porta Voz de uma equipe de Hip Hop de sua cidade, onde desenvolveram juntos inúmeros eventos em prol da Cultura e da causa social. Porém, somente em 2010 toma a forma prática de grupo de Rap e consequentemente se estende por apresentações em toda Região de Sorocaba-SP e Itapetininga-SP. Em 2013 o grupo ganha uma nova formação, agora localizado em Sorocaba-SP, integrando Fernanda Teka, que iniciou no Rap em 2002 e mais adiante percorreu também pela MPB. Concatenando a ideia de profissionalização, acontece