O MC, produtor Musical e designer angolano Tecla 6/4 apresenta o seu novo "EP" intitulado "Ainda "Brota" que está para ser lançado ainda este ano pelo selo "12transfusons", lança o seu primeiro videoclipe para a promoção deste projeto. “Dinâmica social” tem a missão de não só promover o trabalho do rapper como mostrar nas redes a força do rap de Cabinda (Angola). Tecla6/4 ou simplesmente Tec Tec, é um dos mais destacados rappers da cidade de Cabinda, um tipo de MC que os becos e ruas de Cabinda geraram e um dos poucos com rica carreira musical naquela região central de África. Contactos: Email: dosetransfusons@hotmail.com/12transfusons@sapo.pt/nefilim12t@gmail.com Redes Sociais Facebook.com/12transfusons Facebook.com/Nefilimoredimer Twitter.com/12transfusons1 Instagram/12transfusons
Internacional
Rappper angolano Tererê Da King disponibiliza dois single para download
Tererê Da King, rapper da HotBros Monopoly, está preparando a sua Mixtape intitulada “Da King Teraman” . Enquanto o projeto não é disponibilizado para download gratuito, o rapper decidiu disponibilizar todas as sextas feiras duas (2) músicas para o pessoal que aguarda ansiosamente a chegada do seu magnífico projeto. Para o ponto de partida da temporada “Tererê Da King VS King Tererê” , o rapper nos traz duas músicas “I Dont Give A F*ck Feat. La Wilson” e “My Niggaz Feat. J Babee & Base B”, rap feito com alma, com objetivo de agradar o pessoal que gosta de um bom rap. Baixem a cena, não se esqueçam, próxima semana 2 faixas, com o rapper Da King, na temporada “Tererê Da King VS King Tererê”. http://www.mediafire.com/listen/ijhd3b5jgslds24/I_Dont_Give_A_F*ck_Ft._LaWilson.mp3 http://www.mediafire.com/listen/sxsr524icsa7m5s/4_My_Niggaz_Ft._J_Babee_%26_Base_B.mp3
A importância da cultura Hip Hop para jovens angolanos
Por Khadhya Lubuato Tal como em outros países, a cultura hip hop, viu um dos seus elementos, o rap a desenvolver-se mais em detrimento dos restantes. Depois de o rap ser a muleta para a divulgação dos direitos cívicos do homem negro na América, és que a indústria vê no talento de muitos jovens oportunidade para lucrar. E Angola não está isenta desta praga oportunista da indústria. O rap passa a ter assim duas interpretações distintas: 1ª Rap comercial; 2ª Rap underground ou consciente. A primeira interpretação, o rap comercial; remete-nos ao desvio, é aquele que não tem nenhuma preocupação com o conteúdo que é transmitido, ou seja, o sujeito não oferece as pessoas o que deviam ouvir, mas o que querem ouvir, por
SAPERE AUDE, o rap angolano que fala a verdade
Khadhya sempre mostrou uma aversão em enfrentar o microfone e o público, nasceu e viveu no interior do país onde as informações relativamente ao Hip Hop, chegavam aos repelões, Khadhya sentia falta de algo na sua vida porque nem a igreja muito menos a política lhe cativavam. Graças a dinâmica da evolução sociopolítica, e por volta de 1997 viria solidificar as ideias que careciam duma fundamentação. Faz assim do Hip Hop o escape das suas ambições, angustias, desabafo e outras manifestações humanas. Nunca pensou em cantar porque desde cedo sempre entendeu que a cultura em causa, não só absorvia Mc´s, como também ativistas e ideólogos, começou a difundir mensagens incomuns nos locais públicos e sem saber quem vai cantar, começa
Rapper Nill Klassico lança videoclipe do single “Crença”
Rapper angolano Nill Klassico procura trabalhar a questão da diferença em videoclipe unindo quatro rappers com ideologias diferentes. Com o objetivo de colocar juntos em um único beat três MCs com pontos de vistas diferentes, o rapper angolano Nill Klassico se uniu a Pipokahz aka TRIBO SUL, Eley da Dji aka CDA Gang e Ubeka Mc e juntos criaram a música “Crença”. São quatros MCs com ideologias diferentes trabalhando juntos e respeitando as diferenças. A iniciativa é um grande exemplo de que é possível à troca, a colaboração e produção mesmo diante da diferença. Bela iniciativa que pode ser refletida por todos aqueles que têm a diferença como dificuldade e estranheza.
Rapper espanhol TRAFIC CONSPIRACION fala sobre sua trajetória.
Por Skinny Molina Nossa Colaboradora colombiana Skinny Molina conversou com o rapper espanhol Trafic Conspiracion sobre seu trabalho e sua carreira no cenário do Hip Hop e nos mostra um resumo da trajetória do artista. Trafic começou a ouvir rap quando tinha 14 anos, quando percebeu que tinha um grande poder dentro dele. Sobre esse momento Trafic firma que “quando você canta apenas o que você vê e pensa, é que podemos mudar muitas coisas, inclusive a consciência humana”. Na visão de Trafic a cultura hip hop é ampla, como a visão de sua mensagem. Depois de alguns anos de trabalhando sozinho, Trafic teve sua primeira experiência em grupo com o LEDS grupo MC, o grupo chamado de "Tráfego e LEDS" com a
