{"id":6689,"date":"2012-10-27T14:21:37","date_gmt":"2012-10-27T14:21:37","guid":{"rendered":"http:\/\/www.polifoniaperiferica.com.br\/?p=6689"},"modified":"2013-02-23T13:54:39","modified_gmt":"2013-02-23T13:54:39","slug":"entrevista-conheca-um-pouco-da-poetisa-elizandra-souza","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.polifoniaperiferica.com.br\/?p=6689","title":{"rendered":"Entrevista: conhe\u00e7a um pouco da poetisa Elizandra Souza"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\"><strong><a href=\"http:\/\/www.polifoniaperiferica.com.br\/wp-content\/uploads\/2012\/10\/Foto_GUMA.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft size-thumbnail wp-image-6657\" title=\"Foto_GUMA\" src=\"http:\/\/www.polifoniaperiferica.com.br\/wp-content\/uploads\/2012\/10\/Foto_GUMA-290x290.jpg\" alt=\"\" width=\"290\" height=\"290\" \/><\/a>Nascida no ano de 1983 no bairro de Jardim Iporanga, periferia Sul de S\u00e3o Paulo, Elizandra viveu dos dois aos 13 anos em Nova Soure (BA), terra natal dos pais. No ano de 1996 retornou a S\u00e3o Paulo e conheceu o hip-hop. Criou um fanzine de poesias, come\u00e7ou a frequentar a Cooperifa no ano de 2004 e participou de um jornal experimental como o objetivo de dar voz \u00e0 periferia \u2013 o \u201cBecos e Vielas\u201d. Em 2006, conquistou uma bolsa universit\u00e1ria pelo Prouni e come\u00e7ou a cursar jornalismo. Foi ent\u00e3o que recebeu um convite da A\u00e7\u00e3o Educativa para escrever a Agenda Cultural da Periferia. Confira a entrevista que a poetisa concedeu ao Polifonia Perif\u00e9rica.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>PP<\/strong>\u00a0<strong>\u2013 Como vc come\u00e7ou a escrever poemas? Voc\u00ea foi diretamente para a poesia ou passou por outros g\u00eaneros? Quais suas maiores influ\u00eancias?<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Elizandra<\/strong>\u00a0 &#8211; Eu sempre escrevi, mas em di\u00e1rio e n\u00e3o mostrava para ningu\u00e9m, mas minhas irm\u00e3s adoravam roubar para ler escondido, devia ser uma leitura interessante (risos). Em 2001 crie o Fanzine Mjiba e comecei a publicar meus poemas nessa publica\u00e7\u00e3o, era uma publica\u00e7\u00e3o para divulgar cultura negra e hip hop minhas descobertas sobre identidades negras ou afro-brasileiras e queria compartilhar com as pessoas. Esse fanzine durou de 2001 a 2005. Mjiba quer dizer Jovem Mulher Revolucion\u00e1ria, palavra da L\u00edngua Chona de Zimbabue. Mjibas foram as mulheres guerrilheiras que lutaram pela Independ\u00eancia de seu pa\u00eds \u2013 Zimbabue.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Tenho mais afinidade com a poesia, mas escrever alguns contos para public\u00e1-los na Antologia Afro Brasileira Cadernos Negros.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Minhas influencias s\u00e3o v\u00e1rias, mas tenho me focado na escrita de mulheres negras como Concei\u00e7\u00e3o Evaristo, Maria Tereza, Paulina Chiziane (Mo\u00e7ambique), Zora Neale Hurston (Afro-americana) e J.Nozipo Maraire (Zimbabue), Alice Walker, Toni Morrison, Dinha, Raquel Almeida, Elisa Lucinda, entre outras.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>PP<\/strong> \u00a0<strong>\u2013 \u00a0Como voc\u00ea concilia a poesia com o trabalho cotidiano?<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Elizandra<\/strong> &#8211; Eu tenho o privilegio de fazer a Agenda Cultural da Periferia trabalho na A\u00e7\u00e3o Educativa, uma ONG de Educa\u00e7\u00e3o e ter um coordenador como Eleilson Leite que me proporciona flexibilidade. Trabalho 5 horas como Jornalista. O restante do meu tempo eu dedico a poesia, frequento aulas de ingl\u00eas e pilates. E frequento muitas atividades culturais que acontecem nas periferias de SP. Sempre que preciso me ausentar para participar de atividades relacionadas a poesia, \u00e9 muito tranquilo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>PP \u00a0\u2013\u00a0 A linguagem do jornalismo e a linguagem da poesia se cruzam ou hibridizam em seu trabalho po\u00e9tico?<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Elizandra &#8211;\u00a0<\/strong>No meu trabalho po\u00e9tico se aparecer a linguagem jornalista n\u00e3o \u00e9\u00a0percept\u00edvel\u00a0por mim, n\u00e3o tenho consci\u00eancia desse hibridismo na escrita da minha poesia, mas pode ser que procurando e encontre algo, mas muito inconsciente.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><a href=\"http:\/\/www.polifoniaperiferica.com.br\/wp-content\/uploads\/2012\/10\/elizandra.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft size-medium wp-image-6693\" title=\"elizandra\" src=\"http:\/\/www.polifoniaperiferica.com.br\/wp-content\/uploads\/2012\/10\/elizandra-300x224.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"224\" srcset=\"https:\/\/polifoniaperiferica.com.br\/wp-content\/uploads\/2012\/10\/elizandra-300x224.jpg 300w, https:\/\/polifoniaperiferica.com.br\/wp-content\/uploads\/2012\/10\/elizandra.jpg 448w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>PP<\/strong> <strong>\u2013 Infelizmente ainda vivemos em uma sociedade machista e preconceituosa. Como \u00e9 ser poetisa negra da periferia?<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Elizandra &#8211;\u00a0<\/strong>\u00c9 uma luta cotidiana, \u00e9 matar um le\u00e3o por segundo e ainda retira-lo do caminho. A mulher negra \u00e9 \u00e0 base da sociedade brasileira, infelizmente temos muita heran\u00e7a da escravid\u00e3o&#8230; N\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil ser uma mulher negra, poeta e da periferia. O que mais nos fragiliza \u00e9 a auto-estima. Meninas negras n\u00e3o querem ter essa cor de pele, cabelos crespos, nariz largo&#8230;e se acham feias. A escravid\u00e3o negra foi eficaz em nos inferiorizar, eles conseguiram que a popula\u00e7\u00e3o negra se odiasse, n\u00e3o gostasse de si mesmo. Existem situa\u00e7\u00f5es complicadas como o ass\u00e9dio, discrimina\u00e7\u00f5es de g\u00eanero, ra\u00e7a\/etnia e social que entrela\u00e7ados voc\u00ea n\u00e3o sabe porque foi menosprezada se por ser negra, por ser mulher ou por morar na periferia. E tudo isso contribui para que o racismo seja apenas tratado como um tipo de preconceito&#8230; ser poetisa negra da periferia \u00e9 ter dificuldade para publicar livros, as poucas poetisas negras presentes nos saraus n\u00e3o tem publica\u00e7\u00f5es dos seus trabalhos, e isso n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 com as poetisas negras, as poetisas em geral tem pouca participa\u00e7\u00e3o nas antologias e livros, eu ainda n\u00e3o sei definir porque isso acontece, tenho uma hip\u00f3tese que esta muito relacionada com a educa\u00e7\u00e3o que n\u00f3s mulheres recebemos que s\u00e3o envolvidas com as atividades do privado, ou seja, atividades dom\u00e9sticas, enquanto os homens s\u00e3o estimulados a voaram cada vez mais alto. As poetisas mulheres negras e n\u00e3o-negras mostram pouco seus trabalhos, preocupadas com o que a sociedade ir\u00e1 pensar sobre o seus textos.Como ela ser\u00e1 vista depois de recitar um poema. Tenho um poema intitulado \u201cEm legitima defesa\u201d que foi o impulsionador para fazer o livro \u201c\u00c1guas da caba\u00e7a\u201d, este texto fala sobre viol\u00eancia contra a mulher e relato casos que foram midiatizados, ele causa muito estranhamento nos homens pois nos primeiros versos eu digo \u201c j\u00e1 estou vendo nos varais os test\u00edculos dos homens que n\u00e3o sabem se comportarem\u201d, os homens param no segundo verso e acham um absurdo que estou disseminadando a viol\u00eancia gratuita&#8230;mas eu estou apenas avisando que a sociedade pode piorar, caso esse problema n\u00e3o seja solucionado&#8230;Eu indago que n\u00f3s mulheres vamos come\u00e7ar a reagir&#8230; segue o v\u00eddeo para entender o poema:<a href=\"http:\/\/www.youtube.com\/watch?v=RyXebEOvELc\" target=\"_blank\">http:\/\/www.youtube.com\/watch?v=RyXebEOvELc<\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Porque esse poema foi impulsionador para que eu fizesse um livro solo, pois enviei esse poema para algumas antologias, mas ela n\u00e3o foi publicada. E para ser publicada eu teria que fazer um livro meu, ter liberdade para escrever o que eu desejava, sem censuras&#8230;Esse poema j\u00e1 me deu algumas alegrias. Uma delas \u00e9 o v\u00eddeo clipe da cantora L\u00edvia Cruz \u201c N\u00e3o foi em v\u00e3o\u201d e ela se inspirou nesse texto para tamb\u00e9m denunciar a viol\u00eancia contra a mulher e eu apare\u00e7o no final recitando. E outra alegria foi uma manifesta\u00e7\u00e3o que aconteceu na Cooperifa no qual um grupo de mulheres, 8 no total, recitaram o mesmo poema.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>PP \u2013 De onde vem a inspira\u00e7\u00e3o para sua poesia?<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Elizandra &#8211;\u00a0<\/strong>A maior inspira\u00e7\u00e3o s\u00e3o as minhas viv\u00eancias, mulheres negras que persistem em condi\u00e7\u00f5es adversas, sorrisos, alegrias, lutas, elementos da natureza. A minha poesia \u00e9 banhada de simplicidade, de identifica\u00e7\u00e3o com a cultura afro-brasileira, as ruas, o Hip Hop me inspira muito.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><a href=\"http:\/\/www.polifoniaperiferica.com.br\/wp-content\/uploads\/2012\/10\/elizandra2.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft size-medium wp-image-6695\" title=\"elizandra2\" src=\"http:\/\/www.polifoniaperiferica.com.br\/wp-content\/uploads\/2012\/10\/elizandra2-300x200.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"200\" srcset=\"https:\/\/polifoniaperiferica.com.br\/wp-content\/uploads\/2012\/10\/elizandra2-300x200.jpg 300w, https:\/\/polifoniaperiferica.com.br\/wp-content\/uploads\/2012\/10\/elizandra2.jpg 400w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>PP<\/strong> \u00a0<strong>\u2013 Voc\u00ea acaba de lan\u00e7ar seu segundo livro intitulado \u201c\u00c1guas da Caba\u00e7a\u201d. Como foi a constru\u00e7\u00e3o desse projeto e o que mais te marcou nele?<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Elizandra &#8211;\u00a0<\/strong>Falta um dia para o lan\u00e7amento ser\u00e1 dia 26\/10 na A\u00e7\u00e3o Educativa e 31\/10 Sarau da Cooperifa . A constru\u00e7\u00e3o desse projeto come\u00e7ou a ser desenhado desde 2007 com poesias que escrevi depois do livro Punga e fui guardando. Ano passado comecei a me incomodar com a aus\u00eancia de livros protagonizados por mulheres negras, fui amadurecendo essa ideia na minha mente. E no inicio deste ano tive o Projeto Mjiba \u2013 Jovens Mulheres Negras aprovado pelo VAI \u2013 Valoriza\u00e7\u00e3o de Iniciativas Culturais no qual realizei duas a\u00e7\u00f5es. A primeira foi um evento em comemora\u00e7\u00e3o a data 25 de julho \u2013 Dia da Mulher Negra \u2013 Afro Latina e Caribenha convidei mulheres negras que protagonizam em diversas linguagens art\u00edsticas. E a segunda a\u00e7\u00e3o \u00e9 o livro \u00c1guas da Caba\u00e7a que \u00e9 a minha pr\u00f3pria antologia reuni textos de2007-2012, convidei seis mulheres negra que eu carinhosamente chamo de minhas parteiras: Salamanda Gon\u00e7alves (capa), Renata Felinto (ilustras de dentro do livro), Nina Vieira (Projeto gr\u00e1fico), Mel Ad\u00fan (pref\u00e1cio), Priscila Preta (posf\u00e1cio) e Carmen Faustino (revis\u00e3o). O livro \u00c1guas da caba\u00e7a foi preparado durante 4 meses. O que mais me marca \u00e9 a uni\u00e3o dessas mulheres negras em torno de um projeto liter\u00e1rio, \u00e9 o protagonismo, \u00e9 o nosso protagonismo, fazer um livro bem feminino e afro-brasileiro. Estou bem orgulhosa como resultado, foi al\u00e9m do esperado. Estou ansiosa para o lan\u00e7amento para apresentar a crian\u00e7a para os amigos, leitores e leitoras que acompanham o meu trabalho.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>PP<\/strong> \u00a0<strong>\u2013 Seu primeiro livro \u201cPunga\u201d\u00a0foi lan\u00e7ado em 2007. Qual a diferen\u00e7a entre ele e \u201c\u00c1guas da Caba\u00e7a\u201d e o que mudou em voc\u00ea ao longo desses cincos anos?<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Elizandra &#8211;\u00a0<\/strong>Dif\u00edcil esse tipo de compara\u00e7\u00e3o, acredito que da mesma forma que uma m\u00e3e ama seus filhos cada um com suas caracter\u00edsticas, a rela\u00e7\u00e3o do autor com seus livros s\u00e3o parecidos. O Punga \u00e9 um trabalho que teve muita energia foi um sonho adquirido, o Allan da Rosa pensou na possibilidade de ter um livro de Elizandra e Akins, na \u00e9poca 2006 eu e o Akins n\u00e3o ach\u00e1vamos poss\u00edvel publicar um livro e quando a ideia foi colocada em pr\u00e1tica, foi a melhor das realiza\u00e7\u00f5es. A diferen\u00e7a de Punga para \u00c1guas da caba\u00e7a \u00e9 o amadurecimento e um trabalho todo realizado por mulheres negras desde os textos at\u00e9 a revis\u00e3o, \u00e9 o protagonismo de mulheres negras atuando na arte. Em rela\u00e7\u00e3o aos textos \u00e9 tamb\u00e9m o amadurecimento, a experimenta\u00e7\u00e3o, estou testando outras escritas, outras figuras de linguagens, outros temas&#8230; Mas a ess\u00eancia ainda \u00e9 a mesma, uma mulher negra que quer que seus textos transpare\u00e7am que \u00e9 uma mulher negra escrevendo, que o texto diga isso antes do que a minha fotografia e o meu endere\u00e7o&#8230; Diferente do Punga, que eu n\u00e3o acompanhei o passo a passo, foi um livro realizado pela Edi\u00e7\u00f5es Tor\u00f3,com Allan da Rosa e Matheus Subverso. \u00c1guas da caba\u00e7a todas as etapas desde a parte burocr\u00e1tica at\u00e9 o projeto gr\u00e1fico final foram acompanhados por mim.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>PP<\/strong> <strong>\u00a0\u2013 O que h\u00e1 de mais forte e marcante em sua poesia?<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Elizandra &#8211;\u00a0<\/strong>A vontade que o texto revele que eu sou uma mulher negra mesmo que eu n\u00e3o utilize essas duas palavras, as vezes consigo, as vezes n\u00e3o. Mas \u00e9 essa necessidade de falar da mulher negra, de protestar contra o machismo e o racismo.<\/p>\n<p><strong>PP<\/strong> \u2013 <strong>Diga cinco palavras que definem a sua poesia e cinco palavras que definem a mulher Elizandra Souza.<\/strong><\/p>\n<p><em>Poesia:<\/em> Uterina \u2013 identidade negra \u2013 Feminina \u2013 Amor \u2013 Fertilidade<\/p>\n<p><em>Elizandra:<\/em> Inquieta \u2013 Curiosa \u2013 Sens\u00edvel \u2013 Observadora &#8211; Atenciosa<\/p>\n<p><strong>PP<\/strong> \u2013 Deixa uma mensagem final.<\/p>\n<p><strong>Elizandra<\/strong> &#8211; Quero deixar um poema:<\/p>\n<p><strong>CALAR O GRITO\/GRITAR O SIL\u00caNCIO&#8230;<\/strong><\/p>\n<p>Entoa a can\u00e7\u00e3o&#8230;<br \/>\nHarmoniza os passos descompassados<br \/>\nPulsam de vida: a voz, a vida e a rima<br \/>\nAs crian\u00e7as ouvem o sil\u00eancio das palavras<br \/>\nOs homens insultam os gritos das crian\u00e7as<br \/>\nAs mulheres desejam os sil\u00eancios e os gritos<br \/>\nOs gritos e os sil\u00eancios&#8230;.<br \/>\nNeste ritmo&#8230;<br \/>\nO sil\u00eancio&#8230;<br \/>\nO grito&#8230;<br \/>\nO sil\u00eancio&#8230;<br \/>\nO grito&#8230;<br \/>\nO grito&#8230;<br \/>\nO sil\u00eancio&#8230;<br \/>\nNo fundo elas v\u00e3o calar o grito&#8230;<br \/>\nE gritar o sil\u00eancio&#8230;<br \/>\nCalar o grito!<br \/>\nGritar o sil\u00eancio!<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" src=\"http:\/\/www.youtube.com\/embed\/RyXebEOvELc\" frameborder=\"0\" width=\"600\" height=\"360\"><\/iframe><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Nascida no ano de 1983 no bairro de Jardim Iporanga, periferia Sul de S\u00e3o Paulo, Elizandra viveu dos dois aos 13 anos em Nova Soure (BA), terra natal dos pais. 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