Mahara, o ritmo e a poesia do rap baiano

MaharaMahara , assim é conhecida Patrícia Moreira, num circulo cultural chamado Hip-Hop. Apaixonada pela escrita desde a infância, a estudante de pedagogia descobriu que poderia unir o útil ao agradável a adicionar batidas e ritmos à sua poesia e expressar o que sente musicando seus poemas e transformando-os em Rap (a marcante música que estourou para fora dos guetos norte-americanos em meados dos anos 90). Com fortes influências do Jazz, Reggae e do Blues, suas músicas seguem uma nova tendência dentro do estilo: a liberdade do discurso, deixando de lado cartilhas ou clichês, seus sons cumprem um outro papel na cena, são intimistas, suaves, sem o peso do protesto e revolta presentes em boa parte dos registros do gênero. Nem melhor, nem pior, apenas outro conteúdo para o formato musical que tem fortes ligações com a rua e suas agruras.

Expressando seus sentimentos como mulher, amante, guerreira e acima de tudo, como um ser humano em busca de evolução espiritual, a MC surge para o cenário local em 2009, quando de fato começa a circular nos palcos alternativos da cidade.

Bastante familiarizada com o ecossistema do rap soteropolitano, não tardou a destacar-se como mais um nome de peso que eclode na excelente safra de novos artistas da terra. Sendo muito bem qualificada pela mídia especializada.

Mahara está preparando a festa de lançamento do álbum intitulado: “Na trilha, um por um, Deus por Todos”.

Seu primeiro álbum contém 10 faixas mais uma intro conta com produções de diversos beatmakers da cidade, e promete surpreender extrapolando as fronteiras do rap, alcançando um novo público.


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